Assisti o filme essa semana e gostei muito. É um filme criativo. Tem temática espiritualista. A Paramount Pictures estreia o filme "Um Olhar do Paraíso" nos cinemas de todo o Brasil. O longa-metragem relata a história de uma menina que, depois de assassinada, ajuda o pai a desvendar o crime. O filme tem produção executiva de Steven Spielberg.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A casa da didática
No domingo próximo iremos fazer reciclagem de evangelizadores no nosso grupo espírita. Pesquisando na web encontrei esta figura com um resumo interessante sobre didática de ensino. A fonte é DIJ.CEEAK. A intenção é ajudar a tornar nosso trabalho mais eficiente.
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Evngelização Espírita
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Dinâmicas de apresentação
Seguem algumas dinâmicas de apresentação, essas que têm como um dos principais objetivos fazer com que o grupo se conheça e estreitar as relações dentro do grupo, também quebrar um pouco o "gelo" dos primeiros momentos e contatos dentro de um grupo.
Quem sou eu?
Objetivo
Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
Passos
1- Cada um recebe uma folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5- Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
Avaliação
- Para que serviu o exercício?
- Como nos sentimos?
Cartão Musical
Objetivo
Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido).
2- Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar:
“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.
Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis).
(Melodia: Oh, suzana!!)
3- O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:
“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.
Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar" (bis).
Avaliação
- Para que serviu a dinâmica?
- Como nos sentimos?
Apresentação através de desenhos
Destinatários
Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material
Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Desenvolvimento
1- Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que responder, através de desenhos, à seguinte pergunta:
- Quem sou eu? (Dispoem de 15 minutos para preparar a resposta)
2- Os participantes desenham sua resposta
3- A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo procura interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.
Avaliação da Dinâmica
- O que aprendemos com este exercício?
Personagens
Destinatários
Grupos de jovens ou de adultos; caso haja muitos participantes, formam-se equipes.
Material
O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa.
Desenvolvimento
1- Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação do exercício.
“Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi, um santo, um cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja vida lhe causou impacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos, seja ela viva ou morta, não importa sua nacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade.”
2- Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração.
3- Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.
Avaliação da experiência
- Para que serviu o exercício?
Aprendendo o Nome
Objetivo
Integrar o grupo e aprender a fixar o nome das pessoas do grupo.
Duração
20 minutos.
Desenvolvimento
1- Animador solicita que o grupo, de pé, forme um grande círculo.
2 - A seguir, dá início ao exercício: dá um passo à frente, diz seu nome, acompanhado de um gesto com as mãos ou com todo o corpo, quando então as pessoas do grupo repetem em côro o nome do animador e fazem o mesmo gesto.
3 - Prosseguindo, a pessoa à direita do animador diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente até todos se apresentarem.
Avaliação
Comentar a respeito da técnica.
Trocando os crachás
Objetivos
Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.
Material
Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.
Desenvolvimento
1- No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome.
2- Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.
3 - Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.
4 - Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.
Avaliação
- Partilhar a experiência no grande grupo.
Fonte: http://www.dinamicasparagrupos.blogspot.com/
Quem sou eu?
Objetivo
Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
Passos
1- Cada um recebe uma folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5- Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
Avaliação
- Para que serviu o exercício?
- Como nos sentimos?
Cartão Musical
Objetivo
Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido).
2- Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar:
“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.
Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis).
(Melodia: Oh, suzana!!)
3- O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:
“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.
Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar" (bis).
Avaliação
- Para que serviu a dinâmica?
- Como nos sentimos?
Apresentação através de desenhos
Destinatários
Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material
Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Desenvolvimento
1- Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que responder, através de desenhos, à seguinte pergunta:
- Quem sou eu? (Dispoem de 15 minutos para preparar a resposta)
2- Os participantes desenham sua resposta
3- A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo procura interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.
Avaliação da Dinâmica
- O que aprendemos com este exercício?
Personagens
Destinatários
Grupos de jovens ou de adultos; caso haja muitos participantes, formam-se equipes.
Material
O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa.
Desenvolvimento
1- Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação do exercício.
“Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi, um santo, um cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja vida lhe causou impacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos, seja ela viva ou morta, não importa sua nacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade.”
2- Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração.
3- Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.
Avaliação da experiência
- Para que serviu o exercício?
Aprendendo o Nome
Objetivo
Integrar o grupo e aprender a fixar o nome das pessoas do grupo.
Duração
20 minutos.
Desenvolvimento
1- Animador solicita que o grupo, de pé, forme um grande círculo.
2 - A seguir, dá início ao exercício: dá um passo à frente, diz seu nome, acompanhado de um gesto com as mãos ou com todo o corpo, quando então as pessoas do grupo repetem em côro o nome do animador e fazem o mesmo gesto.
3 - Prosseguindo, a pessoa à direita do animador diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente até todos se apresentarem.
Avaliação
Comentar a respeito da técnica.
Trocando os crachás
Objetivos
Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.
Material
Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.
Desenvolvimento
1- No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome.
2- Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.
3 - Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.
4 - Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.
Avaliação
- Partilhar a experiência no grande grupo.
Fonte: http://www.dinamicasparagrupos.blogspot.com/
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DINÂMICAS
Reflexão para os pais
Criança Evangelizada = Jovem Seguro = Adulto Equilibrado
Amélia Rodrigues
Escola Espírita de Evangelização da Criança
Além dos deveres educativos no lar, os pais espíritas precisam incentivar e acompanhar os filhos pequeninos a Escola Espírita de Evangelização Infantil no centro espírita de sua preferência, onde e1es irão aprender maiores lições de Doutrina e Evangelho à luz da Doutrina Espírita. São as aulas ministradas por criaturas devotadas, aplicando metodologia pedagógica, conteúdo doutrinário condizente com a idade mental e intelectual da criança, num ótimo ambiente espiritual, convívio cristão e excelentes laços de amizade e simpatia, colaborando com eficiência na boa formação doutrinária e moral de nossos filhos.
Que os pais espiritistas não se iludam, quanto às suas responsabilidades educacionais, pois elas são intransferíveis. Ninguém poderá fazer por vós a parte de educação moral que vos compete no aconchego afetivo junto aos amados filhos.
A respeito dos filhos, o Senhor da Vida não exigirá prestação de contas aos professores das escolas, aos especialistas em educação e nem aos evangelizadores espíritas das crianças, mas, sim, pedirá contas de trabalho moral a vós mesmos e perguntará: "Que fizestes dos filhos que vos confiei?"
Fazei de tudo por vossos filhos, em matéria de esclarecimentos morais e espirituais, e dai bons exemplos, a fim de que os heróis mágicos e mocinhos violentos do cinema, televisão e revistas em quadrinhos não tomem posse mental no terreno de seus coraçõezinhos – o lugar sagrado para a habitação de Jesus - 0 Nosso Mestre e Enviado de Deus - 0 Pai Criador.
Fonte: livro "A Arte Moral de Educar os Filhos", de Walter Barcelos, pág 23 à 27.
Nesse site vc encontrará mais mensagens: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/., clique em família, depois em material para estudo e reflexão.
Além dos deveres educativos no lar, os pais espíritas precisam incentivar e acompanhar os filhos pequeninos a Escola Espírita de Evangelização Infantil no centro espírita de sua preferência, onde e1es irão aprender maiores lições de Doutrina e Evangelho à luz da Doutrina Espírita. São as aulas ministradas por criaturas devotadas, aplicando metodologia pedagógica, conteúdo doutrinário condizente com a idade mental e intelectual da criança, num ótimo ambiente espiritual, convívio cristão e excelentes laços de amizade e simpatia, colaborando com eficiência na boa formação doutrinária e moral de nossos filhos.
Que os pais espiritistas não se iludam, quanto às suas responsabilidades educacionais, pois elas são intransferíveis. Ninguém poderá fazer por vós a parte de educação moral que vos compete no aconchego afetivo junto aos amados filhos.
A respeito dos filhos, o Senhor da Vida não exigirá prestação de contas aos professores das escolas, aos especialistas em educação e nem aos evangelizadores espíritas das crianças, mas, sim, pedirá contas de trabalho moral a vós mesmos e perguntará: "Que fizestes dos filhos que vos confiei?"
Fazei de tudo por vossos filhos, em matéria de esclarecimentos morais e espirituais, e dai bons exemplos, a fim de que os heróis mágicos e mocinhos violentos do cinema, televisão e revistas em quadrinhos não tomem posse mental no terreno de seus coraçõezinhos – o lugar sagrado para a habitação de Jesus - 0 Nosso Mestre e Enviado de Deus - 0 Pai Criador.
Fonte: livro "A Arte Moral de Educar os Filhos", de Walter Barcelos, pág 23 à 27.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sapatinho de papel
Procurando na web sobre decoração de Natal, encontrei este molde de sapatinho de papel para lembrancinha de Dia dos Pais que adorei. Então, mesmo estando longe ainda do Dia dos Pais, estou postando no blog para não perder. Não é um mimo?
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domingo, 13 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL
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Natal
Sou evangelizadora do Grupo Espírita Joana D"arc da cidade de Campos-RJ.
Evangelizo crianças na faixa etária de 9 e 10 anos.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
GRUPO DE MUSICA
A MÚSICA NA EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA
http://groups.google.com.br/group/a-musica-na-evangelizacao-espirita
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Sou evangelizadora do Grupo Espírita Joana D"arc da cidade de Campos-RJ.
Evangelizo crianças na faixa etária de 9 e 10 anos.
sábado, 5 de dezembro de 2009
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