quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Família




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Mãozinhas mágicas



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Diâmicas


Fonte: Louise Gusmão.
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Natal - amizade e honestidade





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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Maria Santíssima


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sábado, 7 de novembro de 2009

LAÇOS DE FAMÍLIA

I. OBJETIVO: Levar o aluno a conscientizar- se que:* a família é um laboratório de experiências reparadoras;* o corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito;* todos os familiares estão comprometidos perante os códigos divinos pelo passado espiritual.II. INCENTIVAÇÃO: Narrar a história Filha Rebelde, do livro Pontos e Contos, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Irmão X, pg 177.Emilinha, a filha mais velha de D. Matilde, era muito rebelde. Sempre que sua mãe lhe dava conselhos, ela reagia com ironia.- Minha filha, dizia-lhe D. Matilde, você precisa cuidar mais da sua parte espiritual e orientar seus sentimentos à luz do Cristo. A vida na Terra oferece muitas surpresas e as almas desprevenidas costumam cair desastradamente. É preciso vigiar e orar...- Ora, mamãe, não preciso de sermões encomendados. Fique tranqüila. Seus conselhos são muito antiquados, a senhora não conhece as reviravoltas do mundo. Sou dona da minha vontade, faço o que bem entendo.- Sim, Emilinha – insistia a mãe paciente. Eu sei que você é senhora de si, mas o cuidado materno me obriga a lhe esclarecer, ainda que você não aceite as minhas opiniões. Quem é mãe sofre muito para cuidar de seus filhos... - Por que você gosta de sofrer? - exclamava a filha, fazendo a mãe chorar.D. Matilde, viúva, com três filhas solteiras, já não sabia mais o que fazer. Trabalhava muito para sustentar sua família, sujeitava-se a empregos mal remunerados, chegando até a comprometer sua saúde pelo excesso de obrigações. As duas filhas mais novas compreendiam os seus sacrifícios, mas Emilinha tratava-a de maneira muito rude, sem a menor consideração. Diante de estranhos, ela tratava sua mãe tão mal que a nobre senhora se mantinha em silêncio, humilhada. Quando D. Matilde voltava das reuniões evangélicas, a filha debochava : - Não é que a senhora agora se dedica só à teologia? Só fala em religião!- Ah! Minha filha! – respondia a mãe - não sorrias da verdade, para que mais tarde ela não venha a sorrir de ti. Lembra-te de nossos compromissos para com Jesus!- A senhora parece um sacerdote! Não concordo com as suas teorias de reencarnação e sobrevivência da alma... Nós não passamos de experiência biológica da Natureza. O resto todo é ilusão, fanatismo... D. Matilde, observando o endurecimento da filha, parou de argumentar e deixou que Emilinha levasse a vida à sua maneira.Porém, o tempo, a dor e a morte são cobradores da realidade. Chegou o dia em que a mãe e as filhas foram reconduzidas à vida espiritual, além do túmulo.Emilinha, porém, agora afastada do grupo familiar, experimentava grandes provações em círculo de sombras. Era freqüentemente visitada pela mãe generosa, mas não identificava a sua presença, nem lhe ouvia a voz encorajadora, pois trazia em sua mente negras visões e vozes angustiadas.Anos se passaram e chegou o momento de D. Matilde reencarnar. Ela não queria deixar a filha sem o seu amparo direto e orou para o Alto, pedindo ajuda. Logo veio a resposta divina. Emilinha conseguiu ver sua mãe pela primeira vez. Emocionadas, elas se abraçaram, cheias de alegria. D. Matilde lhe contou que precisava retornar à Terra, para continuar com suas tarefas. Emilinha pediu-lhe, então, para ser novamente sua filha. - Se o Senhor permitir, terei muita alegria em reconstituir o nosso velho lar,- Prometo compreendê-la desta vez, falou a filha em pranto.- Pediremos esta bênção, respondeu a mãe, beijando-a, carinhosa.Neste instante, o dirigente espiritual fez-se visível, cumprimentou D. Matilde atenciosamente, enquanto Emilinha se punha a seus pés, suplicando:- Emissário de Jesus, que conhece os meus padecimentos, ajudai-me, para que eu possa voltar à Terra em companhia de minha mãe. Ela vai reencarnar e, se concordares, poderei segui-la, para ser recebida novamente em seus braços maternais... Pelo amor de Deus, permiti a minha volta!O dirigente olhou para Emilinha fraternalmente e falou:- No momento, minha irmã, não lhe será possível retirar-se daqui. Você ainda precisará desgastar por alguns anos o envoltório inferior que criou para si mesma. No entanto, mais tarde, você poderá viver ao lado de Matilde, receber-lhe as palavras carinhosas e ouvir-lhe os conselhos cristãos.Emilinha não cabia em si de contente. Elevou as mãos aos céus e exclamou:- Graças a Deus!O dirigente espiritual, porém terminou:- Porém, você não poderá voltar como filha de Matilde, pois não fez por onde merecer. Você retornará ao mundo como criada humilde da sua residência, para que, na verdadeira condição de obediência, aprenda a valorizar o tesouro que Deus lhe deu.Baseado na história acima, respondam:1.Os sentimentos de D. Matilde e de sua filha eram bem diferentes. Por quê?R: D. Matilde era simples e religiosa, ao passo que Emilinha era materialista, orgulhosa. 2. Qual era a preocupação da D. Matilde com relação à Emilinha?R: Ela se preocupava com a parte espiritual da filha.3. Quando D. Matilde alertava à filha sobre a necessidade de se viver de acordo com os preceitos do Cristo, o que Emilinha dizia?R: Que ela não precisava dos sermões encomendados. Ela dizia que era dona da sua vontade e que os conselhos da mãe eram antiquados. 4. O que acontecia quando D. Matilde voltava das reuniões?R: Emilinha, em tom de deboche, dizia que a mãe só sabia falar em religião, que parecia até um sacerdote. Ela também não acreditava em reencarnação.5. Como vivia Emilinha?R: Vivia de acordo com os seus caprichos, só pensava nos seus prazeres. 6. O que aconteceu quando D. Matilde e as filhas voltaram para o mundo espiritual?R: Emilinha ficou afastada da mãe, nas regiões mais inferiores, mas D. Matilde sempre a visitava, encorajando- a.7. Após vários anos na erraticidade, D. Matilde quis reencarnar, mas ela ficou preocupada com Emilinha e pediu ajuda aos benfeitores espirituais. O que aconteceu?R: Ela conseguiu um encontro com a filha. Foi um contentamento muito grande para as duas.8. Emilinha quer reencarnar novamente como filha de D. Matilde. O que o dirigente disse?R: Que ela ainda precisaria ficar mais tempo naquela região. Mais tarde poderia voltar para o lado de D.Matilde, não como filha, mas como criada humilde de sua residência, para que, na verdadeira condição de obediência, pudesse valorizar o tesouro que Deus lhe havia dado.III. DESENVOLVIMENTO:1. Como se explica que uma mãe, tendo sentimentos tão nobres, possa ter uma filha tão orgulhosa?R: É porque a filha é um Espírito que traz de vidas passadas suas imperfeições e qualidades, não os herda de seus pais. Os pais só dão aos filhos suas características físicas (olhos, cabelos, traços do rosto, estatura, etc). O caráter e a inteligência são próprios do Espírito.2. O Espírito dos pais não exerce influência sobre o do filho, após o nascimento? R: "Ao contrário: a influência que exercem é bem grande. Os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Por isso, o Espírito dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Isto é uma tarefa para os pais, que serão culpados se vierem a falhar em seu desempenho." (L.E.208)3. Será uma virtude o amor materno ou um sentimento instintivo, comum aos homens e aos animais? R: "As duas coisas. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos com o objetivo da conservação deles. No animal, porém, este amor fica limitado às necessidades materiais mais imediatas e cessam quando os cuidados não são mais necessários.No homem, este amor dura a vida inteira, e este devotamento representa uma virtude. O amor paternal sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além-túmulo. Daí se vê que o amor dos homens é muito diferente do amor dos animais." (L.E.890)4. Se o amor materno é da Natureza, como ocorrem casos em que existem mães que odeiam filhos, muitas vezes desde a infância? R: "Às vezes é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho, em outra existência (L.E.392).Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animado por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que ser reprovada nesta prova que escolheu.Mas esta violação das leis da Natureza não ficará sem justiça e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos que conseguiu superar." (L.E.891)5. Por que é que, de pais bons e virtuosos, nascem filhos de natureza perversa? Por que é que as boas qualidades dos pais nem sempre atraem, por simpatia, um bom Espírito para reencarnar como seu filho? R: "Não é raro que um mau Espírito peça que lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor rumo e muitas vezes Deus lhes concede o que deseja." (L.E.209)6. Em nossas famílias, só reencarnam espíritos que foram nossos adversários em outras vidas?R: " Não. Retornamos aos lares de nossos desafetos, para aprendermos a nos amarmos. Mas também pode acontecer de espíritos simpáticos, ligados por relações anteriores, reencarnarem na mesma família e que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena".7. Então, o filho ingrato, o marido irresponsável, o pai desajustado, a mulher leviana são instrumentos que Deus colocou à nossa frente para podermos evoluir?R: Sim. Desta forma, devemos ter paciência e perdoar o filho ingrato. Devemos ter indulgência com o pai que não corresponde às nossas expectativas. Devemos agir com compreensão e desculpar o esposo ou esposa irresponsáveis, porque todos, em outras vidas, se magoaram, se feriram e agora aqui estão juntos, para aprenderem a se amarem e a cumprirem a lei do Divino Criador.8. Podemos, então, afirmar que a família é uma escola?R: "Sim. Uma escola em que aprendemos a amar os nossos desafetos, a nos corrigir, a tolerar as imperfeições do outro e, sobretudo, a perdoar. A vida incessante e a família carnal são experiência transitórias em programação que tem por finalidade a família universal."IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:Debate: Contar uma história de um casal que morava no interior, e tinha um único filho, a quem maltratavam muito, obrigando-o a trabalhar de sol a sol na lavoura. Quando este filho cresceu, fugiu de casa e foi para uma cidade grande, onde estudou, formou-se em direito e começou a ter muito sucesso em sua vida profissional. Envergonhado de sua origem, nunca mais voltou à sua cidadezinha, limitando-se a enviar sempre dinheiro para os seus pais.Dividir a classe em duas turmas: uma deve defender o rapaz e outra deve acusá-lo de seu comportamento para com os pais.V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:Exposição dialogadaVI. RECURSOSLivros, transparência ou papelógrafoVII. BIBLIOGRAFIAKardec, Allan – O Livro dos Espíritos – Questões 205, 208, 209, 385, 392, 891Franco, Divaldo Pereira – SOS Família – por Joanna de Angelis e outros espíritosXavier, Francisco Cândido – Pontos e Contos, pelo espírito Irmão X
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A ESTRADA DA VIDA

No Livro “Obras Póstumas”, consta uma linda história que nos faz compreender melhor a reencarnação.
Imaginemos uma longa estrada. Em vários pontos dessa estrada, existem florestas que é preciso atravessar.
Um viajante caminha pela estrada e chega à primeira floresta, não encontra mais a estrada e se perde.
A floresta é muito fechada, o sol quase não a ilumina.O viajante sem rumo; está perdido!
Cansado,e com os pés feridos pelas pedras, chega ao final da floresta e torna a encontrar o caminho e a luz.
Mais adiante, muito longe, encontra a segunda floresta, e passa pelas mesmas dificuldades.
Mas o viajante tem mais experiência e consegue atravessá-la sem se ferir muito.
Na terceira floresta encontra um lenhador que lhe ensina várias coisas para sobreviver.
E o viajante continua sua jornada cada vez com mais conhecimentos e a viagem se torna mais fácil.
A estrada termina no cume de uma montanha.Lá do alto o viajante observa todo o caminho percorrido, desde a “primeira floresta” até a “última”.
Recorda das dificuldades, e elas parecem sem importância,pois ele já sabe como superá-las.Lembra-sedo amigo lenhador que o ajudou a atravessar uma delas...
Aparece então um bondoso velhinho que lhe fala assim:
- Filho, você chegou ao término da viagem; vês aqueles que começam a jornada? Agora tens a experiência. Vai procurá-los e esforça-te para guiá-los com teus conselhos, para que não se percam e cheguem mais rápido.
-Claro, eu irei com prazer. Mas,qual a razão de não existir um caminho reto para chegar no cume da montanha?
-Os caminhos são muitos - respondeu o velhinho. Mas só um conduz ao término da jornada. E todas as pessoas irão encontrá-lo como você o encontrou, através do trabalho, das dificuldades, do esforço e da praticado bem! Vai, meu filho, vai mostrar a luz aos que estão no início da jornada!
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AMOR E RESPEITO AO PRÓXIMO

EVANGELIZAÇÃO INFANTIL – NÚCLEO ESPÍRITA “O SEMEADOR”
CICLO I - FAIXA ETÁRIA: 6 A 7 anos -
TEMA: AMOR E RESPEITO AO PRÓXIMO – LEI DE SOCIEDADE

· OBJETIVO INFORMATIVO: Falar sobre o amor ao próximo. Como devemos amar ao próximo como amamos a nós mesmos. Que devemos fazer ao próximo somente aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. Que não devemos humilhar nosso próximo, por mais diferente que ele seja de nós. A importância do amor na sociedade, na família, em toda parte.

· OBJETIVO FORMATIVO: Formar na criança o impulso ao amor, a aplicar o amor em suas atitudes para com o próximo.

MATERIAL: Chapéu e nariz de palhaço, caramelos, lápis de cor, papel, fitilho, vaso com flores de cartolina com perguntas.

2) PRECE INICIAL

3) INCENTIVAÇÃO INICIAL:
Para descobrir o tema da aula, fazer o “Jogo da vida” (uma variação da famosa forca). As crianças vão falando letras, à medida que acertam, o bonequinho vai sendo formado. Cabeça, corpo, membros, olhos, etc.

3) DESENVOLVIMENTO:
Quando falamos em amor, o que lembramos?
Coração, papai, mamãe, amigos, uma coisa gostosa....mas. ..alguém lembra de Jesus?
Quando Jesus esteve na Terra, o que ele fez a vida toda foi amar ao próximo. Ele não só falou sobre amor, mas mostrou com exemplos em sua vida, seus atos. Ele deixou para nós o maior mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.
O que ele quis dizer com isso? Amar ao próximo como a nós mesmos?
Que devemos amar e respeitar todas as pessoas ao nosso redor. Não importa o quanto ela seja diferente de nós. Existem diferentes raças, religiões, gostos, as pessoas têm opiniões diferentes. Não nos devemos achar melhores ou piores que ninguém, afinal, somos todos filhos de Deus.
Quem nós devemos amar? A família, os marginalizados, nossos companheiros de trabalho, na escola, nossos amigos, nossos inimigos.
Dá pra amar um inimigo? É difícil? Sempre devemos nos lembrar do exemplo de Jesus. Muitos o perseguiram, pois não concordavam com as idéias que ele tinha. Queriam prende-lo, viviam perseguindo-º Mas mesmo assim, ele nunca brigou com ninguém e perdoou a todos. Devemos usar como exemplo, pra tentarmos ser homens de bem. E podemos começar perdoando. Vamos lá, um minutinho para pensarmos em alguém que nos deixou triste um dia, e imaginando o que Jesus faria? Perdoaria. Então vamos perdoar também. Alguém quer contar quem perdoou?

Contar historinha do circo – Livro Evangelização Infantil – Vol.III Ciclo primário – Mariluz Valadão Vieira

Não podemos humilhar quem aparentemente tem menos que nós. Mas sim, realçar-lhe as qualidades, procurando aproximar-se deles, e tornando-se amigos. Sempre que fazemos algo bom, retornam para nós só coisas boas. Quanto mais as pessoas se amam, mais agradável fica a nossa vida.

4) ATIVIDADE:
Formar duplas. Cada criança recebe uma folha em branco.
Cada um vai desenhar a si mesmo. Em seguida, passar a folha para o amiguinho da direita. 10 minutinhos para completar o desenho para o amiguinho. Dizer que um vai completar o desenho do outro. Ressaltar para que eles caprichem e coloquem muito amor, pois é para o amiguinho.
Ao acabar, enrolar, por uma fitinha. Fazer a bolinha da centopéia. Ao final, as duplas devem ficar frente a frente. Perguntar se todos capricharam no desenho para o amiguinho. Então, vamos entregar a bolinha da centopéia para o nosso amiguinho. O desenho que fizemos, nós não vamos trocar. Quem caprichou no desenho, terá um desenho bonito, pois fez ao próximo o que gostaria que ele tivesse feito por você. Quem não caprichou na bolinha da centopéia, vai ofertar a seu amiguinho uma coisa feita sem amor.
Assim, aprendemos que devemos amar ao nosso próximo, mas também não podemos nos esquecer de nós mesmos. Devemos seguir nosso coração, e fazermos de tudo para estarmos felizes.

5) AVALIAÇÃO/FIXAÇÃ O:
No centro da sala, um vaso com flores de cartolina. Em cada uma, uma balinha colada e uma pergunta/tarefa/ surpresa.
Cada um deve apanhar uma e oferecer a um amiguinho.

Perguntas:
- Qual o tema da aula?
- A quem devemos amar?
- Recite um poema (batatinha quando nasce...)
- Você deu sorte! Sem perguntas! (4x)
- Quando ajudamos alguém devemos contar pra todo mundo?
- Faça uma mímica sobre amor
- Como podemos ajudar um idoso?
- Como Sérgio, o personagem da história ajudou o palhacinho?
- Como o palhacinho agradeceu a Sérgio?
- Alguém já viu alguém necessitando de ajuda e o ajudou? Conte como foi.
- Quem foi o maior exemplo de amor ao próximo que conhecemos?
- Devemos amar os inimigos que nos magoam?

6) PRECE FINAL
Qual o tema da aula?


- A quem devemos amar?


- Recite um poema (batatinha quando nasce...)


- Você deu sorte! Sem perguntas!


- Você deu sorte! Sem perguntas!


- Você deu sorte! Sem perguntas!


- Você deu sorte! Sem perguntas!


- Quando ajudamos alguém devemos contar pra todo mundo?


- Faça uma mímica sobre amor


- Como podemos ajudar um idoso?


- Como Sérgio, o personagem da história ajudou o palhacinho?


- Como o palhacinho agradeceu a Sérgio?


- Alguém já viu alguém necessitando de ajuda e o ajudou? Conte como foi.


- Quem foi o maior exemplo de amor ao próximo que conhecemos?


- Devemos amar os inimigos que nos magoam?
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O DESEJO MÁGICO

OBJETIVOS: Identificar as preocupações e os interesses mais importantes do grupo, como base para uma maior compreensão e programação.

MATERIAL: Papel e caneta. Quadro-negro e cartolinas.

PROCEDIMENTOS: O coordenador formulará a seguinte pergunta :

“Escreva três coisas que são mais importantes em relação a este grupo”. Em outras palavras: “Quais as três últimas coisas que você deixaria em relação a este grupo?”
Durante cinco a oito minutos todos responderão, por escrito, a esta pergunta. A seguir o coordenador perguntará: “Se tivessem um desejo mágico e pudessem mudar três coisas em relação a este grupo, o que mudariam?”
As respostas devem ser colocadas no verso da folha, usando para isso mais cinco a oito minutos. Nas discussão que seguir, todos poderão pronunciar-se, em primeiro lugar, sobre os aspectos que não podem mudar, que já são positivos e é importante conservar em relação ao grupo. E, logo após, sobre o desejo mágico.
Discute-se, a seguir, sobre as coisas que precisam e poder ser mudadas imediatamente no grupo.
No final avaliam-se os sentimentos e encaminhamentos feitos para melhorar a vida do grupo.
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