segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Compartilhamento
domingo, 24 de julho de 2011
Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica
1. O que é o portal Máquina de Quadrinhos?
Fica a dica: http://www.maquinadequadrinhos.com.br/Intro.aspx
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A Criança
Meimei
A criança é o dia de amanhã, solicitando-nos concurso fraternal.
Planta nascente – é a árvore do futuro, que produzirá segundo o nosso auxilio à sementeira.
Livro em branco – exibirá, depois, aquilo que gravarmos agora nas páginas.
Luz iniciante – brilhará no porvir, conforme o combustível que lhe ofertarmos ao coração.
Barco frágil - realizará a travessia do oceano encapelado da Terra, de acordo com as instalações de resistência com que lhe enriquecermos a edificação.
Na alma da criança reside a essência da paz ou da guerra, da felicidade ou do infortúnio para os dias que virão.
Conduzirmos, pois, o espírito infantil para a grande compreensão com Jesus, é consagrarmos nossa vida à experiência mais sublime do mundo – o serviço da Humanidade na pessoa dos nossos semelhantes, a caminho da redenção para sempre.
Livro Relicário de Luz - Psicografia Francisco C. Xavier - Autores Diversos
quinta-feira, 15 de abril de 2010
3º CONGRESSO ESPÍRITA BRASILEIRO
Como não poderemos estar pessoalmente, assistiremos ao vivo pela TV CEI (clique no link). Confiram a programação:


terça-feira, 2 de março de 2010
Chico Xavier, o filme

A vida continua na brancura do papel.
Luís Gustavo SchneiderChico: caridade em todas as letras.
Apolonio Souza
Ele ensinou o Amor.
Ulisses BezerraO Escriba dos Céus.
Helena Dora WstazkaUm homem, milhões de almas consoladas.
Adriano SanchesMão sementeira, o trabalho de uma vida inteira.
André Luis MachadoCaridade
Honestidade
Imensidão
Carisma
Olhos e ouvidos
Rosane RochaO Carteiro do Além
Marcos PrataLapis de Luz. Medianeiro da Paz. Cisco de Deus!
Cícero Teixeira Maia
O que crê somente naquilo que vê, tem cego os olhos do coração…
Carminha RuzSimples pra quem vê, imenso para quem compreende
Evandro Oliveira
Incansável trabalhador do bem.
Sérgio AugustoFonte: http://www.chicoxavierofilme.com.br/site/?cat=15.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Viver é muito mais que existir

Não basta existir, é preciso viver. E viver é muito mais que existir.
Viver implica aprender e, para ser aprendiz, é preciso humildade.
Viver implica movimento. E não há movimento sem esforço e atrito.
A vida é dinâmica, jamais se estanca. Vibra serena e sem pressa, embora nunca pare para esperar quem ignore seu ritmo.
Para existir, basta estar. Para viver, é preciso ser, por inteiro. Viver implica progredir, ir adiante, avançar.
Para viver, não basta ver, ouvir, pensar e falar, pois estas são manifestações da existência. Para viver, é preciso sentir, mergulhar em si mesmo e sair.
Viver implica iluminar-se e, sob a luz da própria consciência, apontar os próprios defeitos e limites.
Viver implica assumir a responsabilidade pelos próprios actos, transformando-os todos em gestos de amor e compaixão.
Viver implica conhecer-se, profundamente, e, ciente de si, deixar de enganar-se, trabalhando para mudar aquilo que não está bem.
Viver implica arriscar-se. E o maior risco é errar.
Viver é estar no todo, sendo tudo. Viver é enxergar a luz, mesmo nas sombras, e criar luz nas próprias trevas.
Viver é expandir a própria existência para além dos limites imaginados.
Viver é doar-se, sem pedir; é ceder, sem resistir; é entregar-se, sem recear.
Quem vive, renasce um novo ser todos os dias.
Quem vive, tem a própria existência traçada a lápis e recria o próprio destino, minuto a minuto, com a borracha da sabedoria e do perdão.
Viver é ter na própria consciência uma única história. Para viver, não basta existir.
Autor desconhecido
(Se alguém souber, avise, por favor.)
Um Olhar do Paraíso

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A casa da didática
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Reflexão para os pais

Criança Evangelizada = Jovem Seguro = Adulto Equilibrado
Amélia Rodrigues
Além dos deveres educativos no lar, os pais espíritas precisam incentivar e acompanhar os filhos pequeninos a Escola Espírita de Evangelização Infantil no centro espírita de sua preferência, onde e1es irão aprender maiores lições de Doutrina e Evangelho à luz da Doutrina Espírita. São as aulas ministradas por criaturas devotadas, aplicando metodologia pedagógica, conteúdo doutrinário condizente com a idade mental e intelectual da criança, num ótimo ambiente espiritual, convívio cristão e excelentes laços de amizade e simpatia, colaborando com eficiência na boa formação doutrinária e moral de nossos filhos.
Que os pais espiritistas não se iludam, quanto às suas responsabilidades educacionais, pois elas são intransferíveis. Ninguém poderá fazer por vós a parte de educação moral que vos compete no aconchego afetivo junto aos amados filhos.
A respeito dos filhos, o Senhor da Vida não exigirá prestação de contas aos professores das escolas, aos especialistas em educação e nem aos evangelizadores espíritas das crianças, mas, sim, pedirá contas de trabalho moral a vós mesmos e perguntará: "Que fizestes dos filhos que vos confiei?"
Fazei de tudo por vossos filhos, em matéria de esclarecimentos morais e espirituais, e dai bons exemplos, a fim de que os heróis mágicos e mocinhos violentos do cinema, televisão e revistas em quadrinhos não tomem posse mental no terreno de seus coraçõezinhos – o lugar sagrado para a habitação de Jesus - 0 Nosso Mestre e Enviado de Deus - 0 Pai Criador.
Fonte: livro "A Arte Moral de Educar os Filhos", de Walter Barcelos, pág 23 à 27.
Nesse site vc encontrará mais mensagens: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/., clique em família, depois em material para estudo e reflexão.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Decoração de Natal 2
Só que não escaneei e elas já estão alegrando a salinha. Então estou postando as imagens que me inspiraram pois talvez seja útil para alguém.

Também encontrei esse passo-a-passo e recortei vários flocos de neve. É fácil.
Olha o meu como ficou... usei papel ouro :)
Espero que gostem das dicas...
Decoração de Natal
Olha o meu :)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Novos links para música espírita

A música exerce papel muito importante na evangelização de almas.
"O ritmo está presente na criança a partir do seu próprio organismo: o compasso das batidas do coração, o ritmo compassado do andar, o balançar dos braços, a sequência interminável do dia e da noite, os horários das refeições, do descanso, tudo a sua volta fala que o universo está envolvido em ritmo harmonioso.
A criança pequena não aprende por conceitos abstratos que falam ao cérebro, mas está mais aberta ao ritmo e ao sentimento que a música transmite. O ritmo e a harmonia da música auxiliam sua harmonização interior. Assim, letras simples e objetivas, em ritmo harmonioso, alcançarão o coração infantil de forma adequada."1
"A música é vibração e pode excitar, ou estimular o Espírito, provocando sensações de nível superior, permitindo vibrarmos em sintonia com esse algo superior, despertando a essência Divina que dorme em cada um de nós.
Ao vibrar, sintonizamos com vibrações sutis que pululam no Universo. Podemos sentir vibrações que, por outros meios não sentiríamos, emoções novas que brotam na alma, levando o Espírito a querer evoluir. A música representa, pois, elevada interação vertical com as esferas superiores da vida universal."2
Para um bom desenvolvimento da música durante a evangelização, é essencial que os evangelizadores conheçam as músicas espíritas que serão cantadas, cantando e envolvendo-se com o momento, isso motivará a participação dos evangelizandos.
As letras das músicas podem seu utilizadas nas aulas de evangelização, dentro do conteúdo a ser desenvolvido naquele dia e posteriormente cantada entre todos, facilitando o entendimento do assunto que esta sendo tratado.
1 ALVES, Walter Oliveira. Educação do Espírito.2ª. ed. Araras, SP: IDE. 1997. p.299.
2 ________. Prática Pedagógica na Evangelização. Araras, SP: IDE. 1997. p.42.
(Seara do Mestre - http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/musica.htm)
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Atividades sobre os Ensinamentos de Jesus



sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A arte e a música e sua importância na evangelização do Ser
Graça Melo
“No seu início, o homem não tem senão instintos; mais avançado e corrompido só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o ponto mais delicado do sentimento é o amor...”. (E.S.E., Cap. XI)
“O amor é o eterno fundamento da educação”. Henrique Pestalozzi
“Educação é o desenvolvimento natural, progressivo e harmonioso de todos os poderes e faculdades do ser.” Henrique Pestalozzi
Duas fontes de inestimável valor – Kardec e Pestalozzi, fundadores da Pedagogia do Amor, fundamentados no maior exemplo de amor que o mundo pôde conhecer, Jesus...
Pestalozzi utilizava a Pedagogia do Amor... A criança recebia a vibração intensa de seu nobre coração - eis porque o evangelizador deve amar o que faz e passar esse amor no olhar, no sorriso, na voz, no gesto, na dedicação à tarefa...
Jesus adotou a Pedagogia do Exemplo... E todos ficavam impregnados não somente pelo seu alto padrão vibratório, mas pelo poder do amor que de si emanava - daí a necessidade de exemplificação que deve ter o evangelizador e da consciência de que o que ele conseguir “Ser”, é isso o que passará aos evangelizandos.
Kardec, inspirado nas lições pestalozzianas, fez uso da Pedagogia da Liberdade, da Observação, da Análise e do Amor... – por isso a tarefa de evangelização deve requerer esforço por parte do evangelizador no sentido de sua qualificação para a tarefa, de imensa responsabilidade.
Sentimento... Amor... Educação... Forças propulsoras do Espírito rumo à sua evolução. E a música?
“O Espiritismo prova a importância da música para a evolução do Espírito, não somente no plano de vida terrena, mas também na vida espiritual”. (Anuário Espírita, 1989)
Em Nosso Lar, a localização do Campo da Música no seio do Ministério da Elevação nos faz pensar na importância da música para a evolução do Espírito... Na estrela de seis pontas, de um lado, o Ministério do Esclarecimento (conhecimento nobre, princípios superiores...), do outro lado, o Ministério da Elevação (do sentimento, desenvolvimento de ideais nobres, do sentimento elevado...) e ao centro, o Ministério da União Divina... o Saber de um lado, o Amor do outro lado, ambos conduzindo à união com Deus... O amor sendo despertado, os Espíritos sendo mais e mais sensibilizados para o Amor, com o uso da Música... (W. O. Alves, in Educação do Espírito – Introdução à Pedagogia Espírita, com adaptação)
Compreendemos a música como instrumento de educação do Espírito e de sensibilização por excelência. A música de qualidade que toca o sentimento... A música que quando revestida de conteúdo edificante e significante... nos une a esferas espirituais superiores, fortalecendo nossa vontade direcionada ao Bem, no sentido de nosso auto-aprimoramento... nos eleva o padrão vibratório, os pensamentos e os sentimentos... nos liberta de amarras, tensões e atavismos do passado, melhorando a nossa sintonia... e nos ilumina o coração e a mente, tornando-nos mais suscetíveis e abertos ao aprendizado de novas atitudes e conhecimentos.
Nos diz Walter O. Alves que “a música representa elevada interação vertical com as esferas espirituais. Mediante essa vivência, em nível espiritual, o sentir e o querer se harmonizam, aprimorando o sentimento e o lado moral da vida. O elemento melódico da música, em harmonia com o ritmo, embala a própria alma, ativando os movimentos interiores do Espírito. A arte melódica-harmônica-rítmica da música atinge as profundezas da alma, transportando o ser espiritual para as esferas superiores da vida, através da inspiração superior, atingindo as vibrações do mundo espiritual elevado e nobre”.
Sabemos que quando o Espírito reencarna, até os sete anos, ainda tem adormecidas as suas potencialidades... Somente após esse período é que se consolida o seu processo reencarnatório e ele começa a revelar suas tendências.
Walter Oliveira Alves, no livro Educação do Espírito – Introdução à Pedagogia Espírita, nos dá um alerta: “Não podemos perder de vista que a criança é o Espírito que retorna à nova fase evolutiva e que traz seus talentos interiores esperando pelo incentivo dos que a acolhem...” Estes talentos podem incluir talentos artísticos, bom é refletir...
Observando suas tendências e os princípios consagrados da educação, é que os pais direcionam a correção das más inclinações emergentes, bem como a potencialização de suas qualidades intrínsecas desde cedo, com o auxílio da escola convencional - para desenvolvimento do lado social, intelectual e da razão, mais materializado, em sintonia com o mundo de relação em que vive - e da escola de educação moral ou de evangelização - para desenvolvimento do lado espiritual, em suas virtudes e qualidades morais.
A escola de evangelização tem que se valer de técnicas, processos, métodos, ferramentas e instrumentos, que facilitem o processo de ensino-aprendizagem e também o desabrochar das infinitas potencialidades do Espírito eterno adormecido na criança. Nesse sentido, segundo o mesmo autor, “o valor da Arte na Evangelização é imenso, tanto no que se refere ao conhecimento espírita, quanto ao desenvolvimento de sentimentos superiores”, constituindo-se em “poderoso instrumento de educação do sentimento e de educação dos impulsos da alma, canalizando-os para o Bem e para o Belo”.
As ferramentas têm por objetivo motivar, melhor fixar conteúdos, sensibilizar, integrar o evangelizando consigo mesmo e com os outros, abrir o campo mental, etc. Segundo o citado autor, “a Arte, em geral, como atividade criadora por excelência, vem ao encontro das necessidades de movimento e ação da criança e do jovem. Não apenas ação motora, física, mas, principalmente, os movimentos intensos da própria alma, do ser espiritual, na expansão do sentir e do querer. (...) A Arte é um dos mais valiosos canais de expressão... Ao evangelizador cabe conduzir essa criatividade para os canais superiores da vida.”
A música, nesse contexto, é uma das ferramentas facilitadoras. Não a única, nem a principal... Para crianças pequenas, é fundamental e seu uso facilita sobremodo a tarefa do evangelizador. Aliada a gestos e coreografias, é elemento dinamizador das atividades.
Sabendo que “as crianças aprendem através de atividades adequadas ao seu nível de desenvolvimento”, pois, nos ensina Pestalozzi, que “o olho quer ver, o ouvido ouvir, o pé quer andar e a mão agarrar! Da mesma forma o coração quer crer e amar e o espírito quer pensar”, devemos procurar ferramentas que propiciem essa ação do evangelizando, o que o motivará mais e mais a freqüentar as aulas de evangelização.
Nos diz o aludido autor que “A criança pequena não aprende por conceitos abstratos que falam ao cérebro, mas está mais aberta ao ritmo e ao sentimento que a música transmite. O ritmo e a harmonia da música auxiliam a sua harmonização interior. Assim, letras simples e objetivas, em ritmo harmonioso, alcançarão o coração infantil de forma adequada”; e que “o ritmo está presente na criança a partir de seu próprio organismo: o compasso das batidas do coração, o ritmo compassado do andar, o balançar dos braços, a seqüência interminável do dia e da noite, os horários das refeições, do descanso, tudo à sua volta fala que o Universo está envolvido em ritmo harmonioso”.
A música também é uma forma de evangelizar, quando tem conteúdo e quando este conteúdo traduz a mensagem da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus.
Às vezes observa-se a adoção, nas casas espíritas, muitas vezes por falta de opção, de músicas sem conteúdo educativo ou evangelizador e que, pelo seu ritmo animado, agradam aos evangelizandos.
Alguns aspectos devem ser considerados pelo evangelizador na escolha de músicas que venham a auxiliar no desenvolvimento da tarefa:
O ritmo - a música produz formas-pensamento nobres ou inferiores, conforme seu conteúdo e ritmo, daí o cuidado que teve ter o evangelizador na escolha das peças musicais a serem trabalhadas, de modo que não venham a despertar a violência ou a sensualidade, por exemplo; o ritmo, suave ou mais movimentado, deve ser harmonioso.
A tonalidade – adequada à região de canto onde as crianças sintam-se mais à vontade, a música deve ser em tons maiores, preferencialmente, por serem os mesmos mais alegres.
A origem/procedência – a música 100% espírita traduz mensagens compatíveis com os princípios espíritas, o que pode não ocorrer com músicas adaptadas ou de origem religiosa diversa, que, em alguns casos, podem até entrar em contradição com a Doutrina.
O conteúdo – as letras devem ser revestidas de linguagem simples, clara e objetiva, de modo a traduzir com fidelidade o conteúdo pretendido, sem duplo-sentido e sem complexidade exagerada; e devem traduzir com fidelidade o que apregoa a Doutrina.
A interpretação – as canções devem ser cantadas com alegria; o evangelizador deve sentir o que canta para poder passar realmente a mensagem; o uso de gestos e coreografias é muito apreciado pelas crianças e até pelos jovens e servem para liberar energia, integrar e animar.
Importante é destacar que a música tem várias utilidades, independentemente de ser ferramenta valiosa no contexto da evangelização. A nova ciência da musicoterapia aponta inúmeras vantagens que justificam a sua adoção. Hal Lingerman, estudioso do assunto e autor do livro “As energias curativas da música”, aponta algumas coisas que a boa música pode fazer:
• atenuar a fadiga física e a inércia, aumentando a vitalidade física,
• acalmar a ansiedade e as tensões,
• liberar a raiva,
• elevar os sentimentos,
• penetrar em estados de espírito,
• concentrar o pensamento,
• ajudar a definir claramente metas,
• liberar a coragem e a persistência,
• aprofundar os relacionamentos e enriquecer amizades,
• fortalecer a caráter e o comportamento construtivo,
• expandir a consciência de Deus,
• estimular a criatividade e a sensibilidade.
Deixa que teu coração voe, além do horizonte, nas asas da música sublime que verte do Céu a Terra, a fim de conduzir-te da Terra ao Céu... Ouve-lhe os poemas de eterna beleza, em cuja exaltação da harmonia tudo é gloriosa ascensão.
Nesse arrebatamento às Esferas do Sem Fim, o silêncio será criação excelsa em tua alma, a lágrima ser-te-á soberana alegria e a dor será teu cântico. Escuta e segue a flama do pensamento que transpõe a rota dos mundos, associando tuas preces de jubilosa esperança às cintilações das estrelas!...
Não te detenhas. Cede à cariciosa influência da melodia que te impele à distância da sombra, para que a luz te purifique, pois a música que te eleva a emoção e te descerra a grandeza da vida significa, entre os homens, a mensagem permanente de Deus. F.C Xavier/Emmanuel, em Trilha de Luz8
Fonte: www.cvdee.org.br - Material extraído da Coletânea de textos e artigos para estudos, organizado por Graça Melo.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Curiosidades espíritas
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Tela Preta
Neste sentido, aproveitamos para indicar o buscador ECO4PLANET, que usa o sistema Google, mas com tela preta. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.
Em agosto de 2009 foi anunciado oficialmente que o eco4planet plantará árvores de acordo com o número de pesquisas realizadas através dele, um passo importantíssimo para sua proposta ecológica - mais uma vez provamos que todos tem condições de colaborar com o meio ambiente e a sua participação divulgando o eco4planet é fundamental. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal e nos seguir via Twitter para ficar por dentro das datas e locais de plantio
O eco4planet economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google™ com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, teríamos com um buscador de fundo preto a economia anual de mais de 7 Milhões de Kilowatts-hora! Esse valor equivale à:
- Mais de 63 milhões de televisores em cores desligados por 1 hora;
- Mais de 77 milhões de geladeiras desligadas por 1 hora;
- Mais de 175 milhões de lâmpadas desligadas por 1 hora;
- Mais de 58 milhões de computadores desligados por 1 hora.
Economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletricidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais. Soma-se a isso o fato de que o eco4planet pode gerar menor cansaço visual ao visitante se comparado a uma página predominantemente branca.
Sendo assim não há dúvidas de que essa ação é extremamente válida uma vez que somados os usuários teremos um resultado realmente significativo de economia de energia, gastos, preservação da natureza, e ainda mais: acreditamos que olhar sempre para o eco4planet fará com que as pessoas se lembrem da necessidade contínua de economizar energia elétrica e proteger a Natureza!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
DVD Book - Nosso Lar
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Avental para contar histórias







terça-feira, 1 de setembro de 2009
Multiplicação dos pães
Estudos - A Gênese
Pode-se, todavia, perceber nela mais do que uma simples figura e admitir, de certo ponto de vista, a realidade de um fato material, sem que, para isso, seja preciso se recorra ao prodígio. É sabido que uma grande preocupação de espírito, bem como a atenção fortemente presa a uma coisa fazem esquecer a fome. Ora, os que acompanhavam a Jesus eram criaturas ávidas de ouvi-lo; nada há, pois, de espantar em que, fascinadas pela sua palavra e também, talvez, pela poderosa ação magnética que ele exercia sobre os que o cercavam, elas não tenham experimentado a necessidade material de comer.
Prevendo esse resultado, Jesus nenhuma dificuldade teve para tranqüilizar os discípulos, dizendo-lhes, na linguagem figurada que lhe era habitual e admitido que realmente houvessem trazido alguns pães, que estes bastariam para matar a fome à multidão. Simultaneamente, ministrava aos referidos discípulos um ensinamento, com o lhes dizer: «Dai-lhes vós mesmos de comer.» Ensinava-lhes assim que também eles podiam alimentar por meio da palavra.
Desse modo, a par do sentido moral alegórico, produziu-se um efeito fisiológico, natural e muito conhecido. O prodígio, no caso, está no ascendente da palavra de Jesus, poderosa bastante para cativar a atenção de uma multidão imensa, ao ponto de fazê-la esquecer-se de comer. Esse poder moral comprova a superioridade de Jesus, muito mais do que o fato puramente material da multiplicação dos pães, que tem de ser considerada como alegoria. Esta explicação, aliás, o próprio Jesus a confirmou nas duas passagens seguintes.
O fermento dos fariseus
49.- Ora, tendo seus discípulos passado para o outro lado do mar, esqueceram-se
de levar pães. - Jesus lhes disse: Tende o cuidado de precatar-vos do fermento dos
fariseus e dos saduceus. - Eles, porém, pensavam e diziam entre si: É porque não
trouxemos pães.
Jesus, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Homens de pouca fé, por que
haveis de estar cogitando de não terdes trazido pães? Ainda não compreendeis e não
vos lembrais quantos cestos levastes? - Como não compreendereis que não é do pão
que eu vos falava, quando disse que vos guardásseis do fermento dos fariseus e
saduceus?
Eles então compreenderam que ele não lhes dissera que se preservassem do
fermento que se põe no pão, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus. (S. Mateus,
cap. XVI, vv. 5 a 12.)
O pão do céu
50.- No dia seguinte, o povo, que permanecera do outro lado do mar, notou que
lá não chegara outra barca e que Jesus não entrara na que seus discípulos tomaram,
que os discípulos haviam partido sós - e como tinham chegado depois outras barcas de
Tiberíades, perto do lugar onde o Senhor, após render graças, os alimentara com cinco
pães; - e como verificassem por fim que Jesus não estava lá, tampouco seus
discípulos, entraram naquelas barcas e foram para Cafarnaum, em busca de Jesus. - E,
tendo-o encontrado além do mar, disseram-lhe: Mestre, quando vieste para cá?
Jesus lhes respondeu: Em verdade, em verdade vos digo que me procurais, não
por causa dos milagres que vistes, mas por que eu vos dei pão a comer e ficastes
saciados. -Trabalhai por ter, não o alimento que perece, mas o que dura para a vida
eterna e que o Filho do Homem vos dará, porque foi nele que Deus, o Pai, imprimiu seu
selo e seu caráter.
Perguntaram-lhe eles: Que devemos fazer para produzir obras de Deus? -Respondeu-
lhes Jesus: A obra de Deus é que creiais no que ele enviou.
Perguntaram-lhe então: Que milagre operarás que nos faça crer, vendo-o? Que
farás de extraordinário? - Nossos pais comeram o maná no deserto, conforme está
escrito: Ele lhes deu de comer o pão do céu.
Jesus lhes respondeu: Em verdade, em verdade vos digo que Moisés não vos
deu o pão do céu; meu Pai é quem dá o verdadeiro pão do céu, - porquanto o pão de
Deus é aquele que desceu do céu e que dá vida ao mundo.
Disseram eles então: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
Jesus lhes respondeu: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá
fome e aquele que em mim crê não terá sede. - Mas, eu já vos disse: vós me tendes
visto e não credes.
Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim tem a vida eterna. -Eu
sou o pão da vida. - Vossos pais comeram o maná do deserto e morreram. - Aqui
está o pão que desceu do céu, a fim de que quem dele comer não morra. (S. João, cap.
VI, vv. 22-36 e 47-50.)
51.- Na primeira passagem, lembrando o fato precedentemente operado, Jesus dá claramente a entender que não se tratara de pães materiais, pois, a não ser assim, careceria de objeto a comparação por ele estabelecida com o fermento dos fariseus: «Ainda não compreendeis, diz ele, e não vos recordais de que cinco pães bastaram para cinco mil pessoas e que dois pães foram bastantes para quatro mil? Como não compreendestes que não era de pão que eu vos falava, quando vos dizia que vos preservásseis do fermento dos fariseus?»
Esse confronto nenhuma razão de ser teria, na hipótese de uma multiplicação material. O fato fora de si mesmo muito extraordinário para ter impressionado fortemente a imaginação dos discípulos, que, entretanto, pareciam não mais lembrar-se dele.
É também o que não menos claramente ressalta, do que Jesus expendeu sobre o pão do céu, empenhado em fazer que seus ouvintes compreendessem o verdadeiro sentido do alimento espiritual. «Trabalhai, diz ele, não por conseguir o alimento que perece, mas pelo que se conserva para a vida eterna e que o Filho do Homem vos dará.» Esse alimento é a sua palavra, pão que desceu do céu e dá vida ao mundo. «Eu sou, declara ele, o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome e aquele que em mim crê nunca terá sede.»
Tais distinções, porém, eram por demais sutis para aquelas naturezas rudes, que somente compreendiam as coisas tangíveis. Para eles, o maná, que alimentara o corpo de seus antepassados, era o verdadeiro pão do céu; aí é que estava o milagre. Se, portanto, houvesse ocorrido materialmente o fato da multiplicação dos pães, como teria ele impressionado tão fracamente aqueles mesmos homens, a cujo benefício essa multiplicação se operara poucos dias antes, ao ponto de perguntarem a Jesus: «Que milagre farás para que, vendo-o, te creiamos? Que farás de extraordinário?»
Eles entendiam por milagres os prodígios que os fariseus pediam, isto é, sinais que aparecessem no céu por ordem de Jesus, como pela varinha de um mágico. Ora, o que Jesus fazia era extremamente simples e não se afastava das leis da Natureza; as próprias curas não revelavam caráter muito singular, nem muito extraordinário. Para eles, os milagres espirituais não apresentavam grande vulto.
("A Gênese", capítulo XV, itens 48 a 51)
QUESTÕES PROPOSTAS PARA ESTUDO
a) Qual a explicação que Kardec considera mais provável para o episodio da "multiplicação dos pães"?
b) O que seria o fermento dos fariseus e saduceus?
c) Qual o significado dado por Jesus para "pão do céu"?
C O N C L U S Ã O
O chamado milagre da multiplicação dos pães é dos que mais têm gerado controvérsias entre os intérpretes do Evangelho e zombaria dos incrédulos. Jesus nada fazia que contrariasse a lei natural, mesmo as próprias curas que realizou. Aquele povo, todavia, entendia por milagres os prodígios que os fariseus pediam, de natureza puramente material. Os fenômenos espirituais, para eles, pouco representavam.
QUESTÕES PROPOSTAS PARA ESTUDO
a) Qual a explicação que Kardec considera mais provável para o episodio da "multiplicação dos pães"?
R - Segundo Allan Kardec, este é um dos episódios considerados milagrosos da vida de Jesus que mais têm provocado dúvidas entre os comentadores do Evangelho e zombarias por parte de incrédulos, que chegam a considerá-lo pueril. A maioria, no entanto, o vêem como um parábola, contada de forma diferente, em que o alimento espiritual é comparado ao alimento do corpo. Kardec admite, no entanto, que possa ter corrido um fenômeno material, sem que a lei natural fosse contrariada. Como vimos nos estudos referentes aos fluidos, nos momentos de grande preocupação, o espírito pode ter sua atenção fortemente direcionado para um determinado fato, o que o leva a como que se abstrair das sensações a que está sujeito o corpo físico. Os seguidores de Jesus presentes naquele momento encontravam-se ávidos por ouví-lo e, fascinados pela sua palavra e pela ação magnética que ele exercia, abstraíram-se da sensação de fome.
Utilizando-se da ascendência de sua palavra, Jesus não teve dificuldade para tranqüilizar os discípulos, dizendo-lhes que os poucos pães que traziam eram suficientes para lhes matar a fome. Ao mesmo tempo, transmitia-lhes o ensinamento de que poderiam se alimentar por meio da palavra. Essa ascendência sobre os discípulos comprova muito mais a superioridade moral de Jesus do que se houvesse se limitado a produzir a multiplicação dos pães. Esta é a explicação que Kardec considera confirmada pelo próprio Jesus, na passagem em que afirma que não era de pães materiais que falava, pois menciona, em comparação, o fermente dos fariseus. A multiplicação dos pães, portanto, deve ser entendida como mais uma das alegorias usadas por Jesus para transmitir seus ensinamentos.
b) O que seria o fermento dos fariseus e saduceus?
R - O fermento dos fariseus e saduceus a que Jesus se referia eram os ensinamentos que estes pregavam e que eram desprovidos de conteúdo moral, pois apenas se preocupavam com as aparências exteriores. O pão em questão era o "pão
espiritual", ou seja, os valores morais que alimentam o espírito e o levam ao progresso.
c) Qual o significado dado por Jesus para "pão do céu"?
R - Igualmente no que se refere à expressão "pão do céu". É o alimento que não perece e que se conserva pela vida eterna. Esse alimento é a sua palavra, o seu ensinamento moral, simbolizado como o pão que desceu do céu e dá vida ao mundo. Kardec explica que esses ensinamentos eram por demais sutis para o grau de evolução daqueles homens, que somente entendiam as questões referentes às coisas materiais.
Fonte:http://www.cvdee.org.br/est_genesetexto.asp?id=111&showc=S#conclusao





