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sexta-feira, 16 de março de 2012

Não violência - 4 a 7 anos

Hoje inicio a evangelização com crianças de 1° ciclo. Estou muito feliz porque são crianças muito espertas que esperam uma aula realmente cativante. Espero conseguir a atenção delas para o assunto de nossa aula que será a não violência, trabalhando a importância do respeito aos coleguinhas e da necessidade de fazermos o bem.
Alice, minha amiga evangelizadora, me ajudou muito sugerindo esta aulinha:


NÃO- VIOLÊNCIA - 4 a 7 anos

Perguntar as crianças:

      QUEM VOCÊS PREFEREM PARA SER  SEU AMIGO: UM MENINO AGRADÁVEL E EDUCADO OU UM MENINO  BRIGÃO? POR QUÊ?

Ouvir as crianças.

Atividade Reflexiva:

Conversar com as crianças as conseqüências desagradáveis da violência dos "brigões”. Dar exemplos da vida infantil. Explicar que a violência não é só bater, empurrar, chutar alguém, mas também ofender, xingar, tratar mal desrespeitar.

NARRAR: A FLORZINHA AMOROSA (abaixo)

Explorar a história avaliando também sua compreensão, conforme sugestão a seguir:

- O que acharam da atitude da Orquídea?
=E do Lírio?
-E da Petúnia?
-Qual dessas flores vocês gostariam de ter como amiga? Por quê?
-A atitude de Ritinha no recreio foi parecida com a de qual flor?

Concluir que para viver feliz é preciso respeitar todas as pessoas nunca fazendo o mal.

ATIVIDADE CRIATIVA

PROPOR ÀS CRIANÇAS QUE RECONTEM A HISTÓRIA MUDANDO ATITUDE DA ORQUÍDEA E DO LÍRIO

COMBINAR PREVIAMENTE COM O GRUPO AS FALAS DESSAS FLORES E O QUE ACONTECERÁ DIFERENTE.

CADA CRIANÇA FARÁ UMA DOBRADURA SIMPLES DE BORBOLETA.

EXPLICAR QUE AS BORBOLETAS TÊM UMA "escaminhas" que podem arranhar os olhos. POR ISSO NÃO DEVEMOS SEGURAR BORBOLETAS: SÓ FEITAS DE PAPEL.

HISTÓRIA:
A FLORZINHA AMOROSA

No recreio da escola, Ritinha organizava a brincadeira.
    -Joana, Lina, Lucinha, venham para o meu grupo!...Você não Ivete!
    - Por que não, Ritinha?
    - Você está muito gorda! Não vai correr direito!Você também não vai brincar no meu grupo, Alfredo. Menino atrapalha!
...

A professora observava tudo. Quando retornaram à sala, ela disse que ia apresentar um teatrinho e era importante que prestassem muita atenção
E o teatrinho começou (narrar utilizando o recurso de teatro de vara)

--- TEATRO---

NARRADOR: Três borboletas voavam alegres de flor em flor num jardim. De repente, caiu uma chuva forte. As borboletas corriam para todos os lados à procura de um abrigo quando viram uma linda orquídea amarela onde poderiam pousar. A borboleta amarela aproximou-se e falou:

BORBOLETA AMARELA: Amiga Orquídea podemos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

ORQUIDEA: Nada disso! Não sou guarda-chuva! Não vê que sou uma flor rara? Procurem outro lugar. O problema é de vocês.

NARRADOR: As borboletas levaram um susto com a agressividade da Orquídea. Voaram para longe até que viram um lírio muito branco

BORBOLETA BRANCA: Sr. Lírio Branco poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

LIRIO: - Você pode porque é da minha cor. As outras borboletas não! Não me misturo!

Borboleta branca:- Então nada feito! Só ficaremos juntas. Amiga Petúnia, poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

PETÚNIA: - Claro que sim. Vou procurar abrir um pouco mais a minha flor para abrigar vocês três. Que alegria ser útil!

BORBOLETAS:- Obrigada, obrigada...

NARRADOR: Quando as borboletas iam voar para a Petúnia, a chuva passou e o Sol  bem forte apareceu, secando as asas das borboletas enquanto voavam. Elas não precisaram mais abrigar-se na Petúnia, mas uma grande amizade surgiu a partir daquele momento.

     (TERMINAR COM AS BORBOLETAS POUSANDO JUNTO Á PETÚNIA).
---
Ao acabar o teatro, a professora viu que Ritinha aproximou-se de Ivete e Alfredo, falando-lhe:

     - Desculpem-me pelo que fiz na hora do recreio.





 Imprimi, colei em cartolina, recortei e colei palito de churrasco atrás para trabalhar na sala com as crianças. Ficou lindinho. Acho que vai agradar.
Além disso, gostei muitodesta dobradura que encontrei no site http://www.ceeak.ch/portugues/evangelizacao/aulas/Ciclo_I/Nao-violencia.pdf 
No mesmo site, tem uma sugestão para refletir sobre AMIZADE - é o Jogo do ceguinho. Também vou levar hoje para as crianças. Espero que esta atividade sirva para que elas entendam um pouco mais sobre o valor da amizade, e como reconhecer o verdadeiro amigo. É assim:

O que é ser amigo? A importância dos amigos, das atitudes de um amigo.
Sugestões:
Jogo do ceguinho: aos pares; um aluno veda os olhos com um tecido (é o ceguinho) e o outro é o guia que irá conduzir o ceguinho pela sala. O evangelizador conta uma história em que um cego tem de atravessar a cidade para chegar até um lugar, alternando situações calmas como, por exemplo, ouvir uma música, caminhar, atravessar a rua, com situações agitadas como fugir de um cachorro, alcançar o ônibus etc., descrevendo o que aconteceu com o ceguinho durante o deslocamento até o seu destino. Desenvolve a responsabilidade de quem está guiando e a confiança de quem está sendo guiado. Em uma segunda etapa, inverter os papéis (quem era o cego será o guia e veice-versa). o objetivo da atividade é salientar que os amigos confiam e se ajudam, mutuamente, pode-se também abordar a importância do espírito protetor, que é nosso amigo. E Jesus, nosso amigo para todas as horas.
Cada crianças pinta no rosto, braço ou perna do colega, um desenho com canetinha colorida ou tinta guache.

sábado, 14 de agosto de 2010

Amizades e afeições II

Essa aulinha eu consegui no site Seara do Mestre. Vou aplicar na turma do 3º Ciclo hoje. Gostei bastante das atividades. É uma aula bem dinâmica e interessante!


Objetivos da aula: levar os evangelizandos a compreenderem que Deus fez o homem para viver em sociedade porque não possuímos todas as faculdades desenvolvidas, necessitando da colaboração de todos. Portanto, devemos valorizar nossas amizades, visto que a vida em sociedade, ou seja, a convivência com muitas pessoas é indispensável ao nosso aperfeiçoamento espiritual, constituindo também oportunidade de exemplificarmos, por meio de atitudes cristãs, os ensinamentos recebidos da Doutrina Espírita.

Prece Inicial

Primeiro momento: aplicar a dinâmica Auxílio Mútuo.

Segundo momento: análise em grupo da dinâmica. Iniciar o diálogo que tem como fundamento promover reflexão do quanto precisamos do outro para chegarmos a um objetivo. Lembrar que é ajudando aos outros que seremos ajudados.

Terceiro momento: exposição dialogada.

Obs.: pode-se, ao longo do diálogo, desenhar uma árvore passo a passo no quadro, para que os evangelizandos visualizem o que está sendo refletido.

Quarto momento: pedir aos evangelizandos para que analisem as frases, correlacionando-as com nossas amizades e afeições.

* A planta não irrigada sucumbe sob o calor.

* O grão não sepulto morre.

* O lume sem combustível se apaga.

* A máquina sem graxa deixa de funcionar.

* Assim, também, a amizade sem o sustento da cortesia e da gentileza se enfraquece.

Obs.: o evangelizador poderá levar o dicionário, para que os próprios evangelizandos procurem pelas palavras que não entendam o significado.

Quinto momento - perguntar aos evangelizandos:

Quais atitudes devemos evitar para que nossas amizades e afeições não se acabem ou se desgastem? (complementar com os argumentos abaixo, caso haja necessidade).

Em seguida pedir para o ajudante de sala do dia, que reescreva na lousa de forma positiva as frases abaixo relacionadas, e para isso deve contar com o auxilio dos colegas:

  • Olhar agressivo;
  • Palavra ríspida;
  • Atendimento hostil ou negligente;
  • Lamentação constante;
  • Irreverência acompanhada pela frivolidade;
  • A irritação contínua;
  • A queixa contumaz;
  • O pessimismo vinagroso.

Sexto momento: contar a história Dois cavalos.

Sétimo momento: análise da história. Na vida não importa como somos, mas que alguém te aprecie pelo que você é, e te aceite e te ame incondicionalmente. "O verdadeiro amigo é aquele que aparece, quando o resto do mundo desaparece". Amigo não tem defeito!

Oitavo momento: conclusão do estudo.

"Não apenas a simpatia como ingrediente único para facultar que os afagos da amizade te adornem e enlevem o espírito. Muito fácil ganhar como perder amigos. Quiçá difícil se apresente a tarefa de sustentar amizades, ao invés de somente consegui-las.

O magnetismo pessoal é fator importante para promover a aquisição de afetos. Todavia, se o comportamento pessoal não se padroniza e sustenta em diretrizes de enobrecimento e lealdade, as amizades e afeições não raro se convertem em pesada canga, desagradável parceira que culmina em clima de animosidade, gerando futuros adversários.

Nesse particular existem pequenos fatores que não podem nem devem ser relegados a plano secundário, a fim de que sejam mantidas as afeições.

Os amigos são companheiros que também têm problemas. Por essa razão se acercam de ti. Usa, no trato com eles, quanto possível, a bondade e a atenção, a fim de que, um dia, conforme Jesus enunciou: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas, tenho-vos chamado amigos, porque vos revelei tudo quanto ouvi de meu Pai", tornando-te legítimo amigo de todos, consequentemente fruindo as bênçãos da amizade e da afeição puras."

FRANCO, Divaldo P. Leis Morais da Vida. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 10.ed. Salvador, BA: LEAL, 2000.

Nono momento: distribuir a Oração do Amigo e solicitar que alguém leia.

Prece de encerramento

Sugestão: terceiro ciclo.

Sugestão de aula enviada pela evangelizadora Sandra Ramos Medeiros, Centro Espírita Fé, Amor e Caridade - Campo Grande/MS.

Obs: Eu customizei a oração do amigo em papel A4, com letras coloridas, para recortar e distribuir para as crianças - link: http://doutrinadeluz.blogspot.com/2010/08/oracao-do-amigo.html