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quinta-feira, 8 de julho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
REENCARNAÇÃO

Mauricio de Sousa aborda o tema da reencarnação nos quadrinhos da Turma da Mônica.
Para ler clique aqui e navegue pelos vários capítulos.
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Histórias
Sou evangelizadora do Grupo Espírita Joana D"arc da cidade de Campos-RJ.
Evangelizo crianças na faixa etária de 9 e 10 anos.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
As mãos não são para bater
As MãOs NãO SãO Para Bater
View more presentations from Aldalu.
Recebi do Grupo de Apoio À Evangelização. Alice, adorei!!! Vou usar na aulinha de sexta-feira. Obrigada!
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
A ESTRADA DA VIDA
No Livro “Obras Póstumas”, consta uma linda história que nos faz compreender melhor a reencarnação.
Imaginemos uma longa estrada. Em vários pontos dessa estrada, existem florestas que é preciso atravessar.
Um viajante caminha pela estrada e chega à primeira floresta, não encontra mais a estrada e se perde.
A floresta é muito fechada, o sol quase não a ilumina.O viajante sem rumo; está perdido!
Cansado,e com os pés feridos pelas pedras, chega ao final da floresta e torna a encontrar o caminho e a luz.
Mais adiante, muito longe, encontra a segunda floresta, e passa pelas mesmas dificuldades.
Mas o viajante tem mais experiência e consegue atravessá-la sem se ferir muito.
Na terceira floresta encontra um lenhador que lhe ensina várias coisas para sobreviver.
E o viajante continua sua jornada cada vez com mais conhecimentos e a viagem se torna mais fácil.
A estrada termina no cume de uma montanha.Lá do alto o viajante observa todo o caminho percorrido, desde a “primeira floresta” até a “última”.
Recorda das dificuldades, e elas parecem sem importância,pois ele já sabe como superá-las.Lembra-sedo amigo lenhador que o ajudou a atravessar uma delas...
Aparece então um bondoso velhinho que lhe fala assim:
- Filho, você chegou ao término da viagem; vês aqueles que começam a jornada? Agora tens a experiência. Vai procurá-los e esforça-te para guiá-los com teus conselhos, para que não se percam e cheguem mais rápido.
-Claro, eu irei com prazer. Mas,qual a razão de não existir um caminho reto para chegar no cume da montanha?
-Os caminhos são muitos - respondeu o velhinho. Mas só um conduz ao término da jornada. E todas as pessoas irão encontrá-lo como você o encontrou, através do trabalho, das dificuldades, do esforço e da praticado bem! Vai, meu filho, vai mostrar a luz aos que estão no início da jornada!
Imaginemos uma longa estrada. Em vários pontos dessa estrada, existem florestas que é preciso atravessar.
Um viajante caminha pela estrada e chega à primeira floresta, não encontra mais a estrada e se perde.
A floresta é muito fechada, o sol quase não a ilumina.O viajante sem rumo; está perdido!
Cansado,e com os pés feridos pelas pedras, chega ao final da floresta e torna a encontrar o caminho e a luz.
Mais adiante, muito longe, encontra a segunda floresta, e passa pelas mesmas dificuldades.
Mas o viajante tem mais experiência e consegue atravessá-la sem se ferir muito.
Na terceira floresta encontra um lenhador que lhe ensina várias coisas para sobreviver.
E o viajante continua sua jornada cada vez com mais conhecimentos e a viagem se torna mais fácil.
A estrada termina no cume de uma montanha.Lá do alto o viajante observa todo o caminho percorrido, desde a “primeira floresta” até a “última”.
Recorda das dificuldades, e elas parecem sem importância,pois ele já sabe como superá-las.Lembra-sedo amigo lenhador que o ajudou a atravessar uma delas...
Aparece então um bondoso velhinho que lhe fala assim:
- Filho, você chegou ao término da viagem; vês aqueles que começam a jornada? Agora tens a experiência. Vai procurá-los e esforça-te para guiá-los com teus conselhos, para que não se percam e cheguem mais rápido.
-Claro, eu irei com prazer. Mas,qual a razão de não existir um caminho reto para chegar no cume da montanha?
-Os caminhos são muitos - respondeu o velhinho. Mas só um conduz ao término da jornada. E todas as pessoas irão encontrá-lo como você o encontrou, através do trabalho, das dificuldades, do esforço e da praticado bem! Vai, meu filho, vai mostrar a luz aos que estão no início da jornada!
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Sou evangelizadora do Grupo Espírita Joana D"arc da cidade de Campos-RJ.
Evangelizo crianças na faixa etária de 9 e 10 anos.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A Inveja
Duas Formiguinhas, muito conhecidas pela inveja que sempre tinham de todos, estavam suando numa desabalada carreira para fugir do tamanduá faminto.
Finalmente pararam ao pé de pequeno arbusto.
Mal haviam botado a lingüinha dentro da boac e puxado um fôlego, uma delas exclamou:
-Veja! - apontava para cima do arbusto.
Ambas, então, viram num dos galhos a delicada Abelha a extrair gostas de uma das flores. Depois, zunindo, rumava para a sua colméia.
Zium... voltava logo depois.
-Ora, sim - resmungou uma das Formiguinhas desgostosas com a Abelha - a intrujona a beber o mel, enquanto nós nos esfregamos na língua do Tamanduá!
-Isso não pode continuar! - completava a outra, demonstrando ainda maior inveja. -Só porque tem asas, não pode ter privilégios.
A Abelhinha, que tudo ouvira, baixou seu vôo e veio, ao pé do arbusto, justificar-se num entendimento fraterno.
-Minhas amiguinhas - explicou a Abelha -, o mel, que transporto para a colméia, não será por mim consumido. O Homem é quem o utiliza. E, nos meus vou-e-volto, levo nas patinhas um pozinho que se chama pólen e que serve para transformar as flores em frutos, em benefício do Homem.
Mal se calara, as Formiguinhas a enxotaram:
-Fora! Fora com a faladeira!
E, sem outra alternativa, a Abelha recolheu mais algumas gostas de mel e zuniu na direção da sua colméia.
As Formiguinhas, porém, tão logo se viram a sós, maquinaram uma tola vingança contra a Abelha. Afiaram os seus ferrões e atacaram impiedosamente o arbusto, de cujas flores a Abelha extraía mel.
Finalmente pararam ao pé de pequeno arbusto.
Mal haviam botado a lingüinha dentro da boac e puxado um fôlego, uma delas exclamou:
-Veja! - apontava para cima do arbusto.
Ambas, então, viram num dos galhos a delicada Abelha a extrair gostas de uma das flores. Depois, zunindo, rumava para a sua colméia.
Zium... voltava logo depois.
-Ora, sim - resmungou uma das Formiguinhas desgostosas com a Abelha - a intrujona a beber o mel, enquanto nós nos esfregamos na língua do Tamanduá!
-Isso não pode continuar! - completava a outra, demonstrando ainda maior inveja. -Só porque tem asas, não pode ter privilégios.
A Abelhinha, que tudo ouvira, baixou seu vôo e veio, ao pé do arbusto, justificar-se num entendimento fraterno.
-Minhas amiguinhas - explicou a Abelha -, o mel, que transporto para a colméia, não será por mim consumido. O Homem é quem o utiliza. E, nos meus vou-e-volto, levo nas patinhas um pozinho que se chama pólen e que serve para transformar as flores em frutos, em benefício do Homem.
Mal se calara, as Formiguinhas a enxotaram:
-Fora! Fora com a faladeira!
E, sem outra alternativa, a Abelha recolheu mais algumas gostas de mel e zuniu na direção da sua colméia.
As Formiguinhas, porém, tão logo se viram a sós, maquinaram uma tola vingança contra a Abelha. Afiaram os seus ferrões e atacaram impiedosamente o arbusto, de cujas flores a Abelha extraía mel.
Quando o arbusto caiu, ambas estavam cansadas.
Resfolegavam, sem conseguir arredar pé.
E justamente nessa hora, o Tamanduá faminto reapareceu. Encontrou as duas tão exaustas que nem ofereceram resistência.
Caíram ambas prisioneiras.
A Abelhinha, que vira o final da cena, pode apenas lamentá-las:
-Pobrezinhas! Quem utiliza as forças, na obra da destruição, não tem energias para garantir a própria sobrevivência.
Resfolegavam, sem conseguir arredar pé.
E justamente nessa hora, o Tamanduá faminto reapareceu. Encontrou as duas tão exaustas que nem ofereceram resistência.
Caíram ambas prisioneiras.
A Abelhinha, que vira o final da cena, pode apenas lamentá-las:
-Pobrezinhas! Quem utiliza as forças, na obra da destruição, não tem energias para garantir a própria sobrevivência.
Quem busque felicidade
Viva e lute pelo bem,
Abençoe tudo o que exista,
Não pense mal de ninguém.
Viva e lute pelo bem,
Abençoe tudo o que exista,
Não pense mal de ninguém.
Martins Coelho
(do livro Peixinho Azul)
(do livro Peixinho Azul)
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Histórias
domingo, 27 de setembro de 2009
Lei de Igualdade - cooperação
O Carrinho
Quando pequenos papai lutava com alguma dificuldade para manter a família, pois éramos cinco filhos, todos pequenos.
Como estávemos sempre a desejar um carrinho, comprou-nos um, esclarecendo que pertencia a todos.
Ficamos muito contentes mas, em breve estávamos brigando, cada qual julgando ter primazia para usar o brinquedo.
Não podendo adquirir um carrinho para cada filho, certo dia, depois de uma das nossas discussões, ele chamou-nos para conversar.
- Vocês estão se desentendendo por causa do carrinho e isso não é bom. Mas há um meio de resolver o problema. Durante uma seana o carrinho vai pertencer a apenas um de vocês. Os demais se ocuparão dos trabalhos da casa, auxiliando sua mãe. Aquele que estiver com o carrinho poderá empregar o tempo do modo que quiser...
O plano não nos pareceu mau e, quando fizemos o sorteio para saber quem ficaria com o brinquedo em primeiro lugar, fui o contemplado. Fiquei muito satisfeito, ams nos dias que se seguiram percebi que brincar sem os companheiros era terrivelmente monótono. Trabalhando juntos, os meus irmãos pareciam mais contentes e felizes do que eu.
Confessei-lhes o que estava sentindo e decidimos conversar outra vez com papai.
-E vocês, sentem-se satisfeitos trabalhando sem o Juca?
Meus irmãos responderam que não. Além do trabalho ter se tornado mais árduo, eles sentiam falta da minha companhia.
Então, disse meu pai depois de pensar um pouco:
-Por que vocês nao resolvem o caso da seguinte maneira: antes, vocês realizam juntos as tarefas de casa, e com o tempo que restar, pois o trabalho ficará reduzido, poderão brincar à vontade com o carrinho. Que tal a idéia?
Achamos que a solução era ótima. Começamos a trabalhar juntos, auxiliando-nos uns aos outros e, depois de tudo terminado, corríamos para o carrinho, usando-o para brincadeiras em grupo. Acabaram-se as brigas e até hoje eu e meus irmãos mantemos vivo esse espírito de cooperação e camaradagem.
Quando pequenos papai lutava com alguma dificuldade para manter a família, pois éramos cinco filhos, todos pequenos.
Como estávemos sempre a desejar um carrinho, comprou-nos um, esclarecendo que pertencia a todos.
Ficamos muito contentes mas, em breve estávamos brigando, cada qual julgando ter primazia para usar o brinquedo.
Não podendo adquirir um carrinho para cada filho, certo dia, depois de uma das nossas discussões, ele chamou-nos para conversar.
- Vocês estão se desentendendo por causa do carrinho e isso não é bom. Mas há um meio de resolver o problema. Durante uma seana o carrinho vai pertencer a apenas um de vocês. Os demais se ocuparão dos trabalhos da casa, auxiliando sua mãe. Aquele que estiver com o carrinho poderá empregar o tempo do modo que quiser...
O plano não nos pareceu mau e, quando fizemos o sorteio para saber quem ficaria com o brinquedo em primeiro lugar, fui o contemplado. Fiquei muito satisfeito, ams nos dias que se seguiram percebi que brincar sem os companheiros era terrivelmente monótono. Trabalhando juntos, os meus irmãos pareciam mais contentes e felizes do que eu.
Confessei-lhes o que estava sentindo e decidimos conversar outra vez com papai.
-E vocês, sentem-se satisfeitos trabalhando sem o Juca?
Meus irmãos responderam que não. Além do trabalho ter se tornado mais árduo, eles sentiam falta da minha companhia.
Então, disse meu pai depois de pensar um pouco:
-Por que vocês nao resolvem o caso da seguinte maneira: antes, vocês realizam juntos as tarefas de casa, e com o tempo que restar, pois o trabalho ficará reduzido, poderão brincar à vontade com o carrinho. Que tal a idéia?
Achamos que a solução era ótima. Começamos a trabalhar juntos, auxiliando-nos uns aos outros e, depois de tudo terminado, corríamos para o carrinho, usando-o para brincadeiras em grupo. Acabaram-se as brigas e até hoje eu e meus irmãos mantemos vivo esse espírito de cooperação e camaradagem.




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